Diário de viagem

5o dia

Si si, café avec hot milk, si vous plait.😳 Oi?! É isso, gente. Português, espanhol, francês… Passados uns dias e no desespero por se fazer entender a pessoa vira multiglota! Rsrsrs. Assim.nos despedimos do café da manhã dos últimos dias. Dias em que não comi queijo por falta de condição de inalar o cheiro idiossincrático dos queijos franceses no café da manhã. 🤢

No 5o dia de viagem, nos despedimos dos nossos amigos que nos fizeram companhia até aqui. Agora seríamos nós. Inclusive no metrô. Apanhamos mas nos viramos! Primeira parada, Louvre. Eu não disse que voltaríamos?

E aqui vai a primeira dica legal do dia. Andamos muito de metrô em todos esse dias. Mas a maior parte das pessoas vai ao Louvre por fora (naquela praça da pirâmide, onde se costuma pegar filas pra entrar). Pesquisei uma dica legal, testamos e agora passo adiante. Pelo metrô é massa! Pode-se acessar por baixo, direto na pirâmide (com a ponta invertida pra baixo).

Pra isso, vá até a estação Palais Royal – Musée du Louvre (não na estação Louvre/Rivoli. Uma vez na Palais Royal, siga a pé para a Linha 1 rumo a La Defense (a estação também leva a linha 7, mas o acesso direto ao Louvre está na linha 1. Todo o caminho nos leva a um roteiro material até achar a pirâmide.

Ali, podemos comprar os ingressos (15 euros) e fica a segunda dica: pague mais 5 euros pelo áudio guide. Vale muito a pena. Nada como gostar intuitivamente de uma ala, ou uma obra específica, e poder ouvir detalhes que enchem de valor e significado aquela peça ou contexto.

Nem todas as obras tem explicação. E achei o equipamento do Castello de Versailles mais elucidativo. Mas, depois de andar por seis horas naquele lugar e ter ido embora gentilmente convidada pelos equipamentos de áudio e monitores que mostram a saída no fechamento do Louvre, compreendi que deve ser muito complicado colocar num áudio guide explicações sobre todas as milhares de obras.

De verdade, um dia não é suficiente. No nosso caso, que nos deixamos levar pelas alas de esculturas e antiguidades egipsias e gregas, especialmente… Nunca tinha fim.

Como falei sobre Versailles, acredito que seja muito pessoal a existência por museus, castelos, memoriaos e coisas assim, depende do que toca casas um. Sei de pessoas que resolveram suas questões com o Louvre em 2h30 de visitação objetiva. Confesso que achei que com meu marido fosse ser assim. Que nada. Foi surpreendente. Amamos a visita!

Como curiosidade, destacamos o excelente wifi gratuito no Louvre que, no entanto, está disponível em lugares específicos. Também os banheiros que ficam nos corredores entre as galerias (prefira os menos centrais, estão sempre mais limpos). E uma coisa que de uma próxima vamos fazer: ir marcando no guia impresso que recebemos na entrada as alas que foram visitadas. O lugar é imenso e no final nos demos conta que tínhamos deixado de visitar coisas bem legais. Não vi Van Gogh, por exemplo. Nem as esculturas douradas.

Ah, e a lojinha, embora ótima, poderia ser melhor. Senti falta de um imã de geladeira em 3D da pirâmide. E de mais variedade de réplicas.

Cansados, cientes de que se tratava de despedida. Muita indelicadeza não falar com os grandes amigos antes de partir. Saudades, Eiffel!! Tira mais uma selfie com a gente aqui!

Mais uma vez o cachorro-quente. Mais uma vez mil fotos, declarações de amor!!

Antes de visitar outra grande paixão, nos despedimos com um pouco de ranço do metrô. Houve um momento de insegurança quando dos rapazes de aproximavam de um jeito estranho. Pelo sim, pelo não, demos um cavalo de pau (versão pedestres, claro) numa curva fechada na escada do metrô. Os caras passaram reto e nós ficamos. Somos brasileiros, filhotes. Um olho no grato e outro no rato. Isso não se perde, mesmo quando recém naturalizados franceses (minha convicção).

E a segunda despedida foi do scargot. Tipo Dom Casmurro, resolvemos juntas as duas pontas da mesma temporada: finalizamos no mesmo restaurante do primeiro dia. Bar San Severin. Comemos e bebemos como teu e rainha.

Agora sim! Au revoir, Paris!!

Diário de viagem

4o dia

Entre armamentos e Champs Elysées, a vida segue em Paris

Escrevo sobre o quarto dia no começo do sexto dia. Isso se explica. Anteontem (4o dia) houve menos a contar e mais do que é muito íntimo: passeios pela Champs Elysées, fotos e fotos e fotos por aqueles cantos, compritchas no melhor estilo brasileitos-classe média-muitas contas pra pagar. Sim, não as esqueci. Risos. E lágrimas. Mais risos do que lágrimas. 💃

Mas vale o registro de algumas curiosidades.

Primeiro. Não tinha mencionado ainda. Há duas Paris(es) compartilhando o mesmo espaço, porém em dimensões cósmicas distintas.

Uma é a dos noticiários, dos policiais e dos manifestantes. Paris está sitiada. Centenas de policiais armados até os dentes povoam a cidade sem qualquer cerimônia.

Dezenas de estações de metrô fechadas por conta de manifestações aos sábados. Elas não estavam acontecendo no metrô, dessa vez. Mas, pelo sim pelo não, resolveram interditar. Eu entendo. E apoio. Pelas vidraças quebradas que vi das vitrines da Champs Elysées, de fato não gostaria de estar no caminho dessas pedras.

Mas as pessoas seguem a vida, de trem inclusive. Aí você acha que vai parar em Antony (uma estação). Bobinho… Interditou! Sem problema, vou até a próxima e ando um pouquinho. Inocente… Interditaram as próximas 5 estações!!! E foi desse jeito que perdemos a manhã quase toda fazendo combinações de linhas pra chegarmos mais ou menos onde queríamos.

Enquanto isso, a outra face da mesma realidade de Paris finge que nem vê. E finge bem! Eu mesma fiz comprinhas, dispus de todo glamour em poses cinematográficas com o Arco do Triunfo, em todas e placas e catinhos que pude. Mas de vez em quando os robocopes contemporâneos me puxavam à realidade.

Aparentemente ao resto do mundo não incomodava o bloqueio do acesso à parte de cima do Arco do Triunfo, já lotado de policiais armados e com dedos a postos nos gatilhos. Sabe aquelas frentes de batalha dos filmes de guerra, em que um grupo fica a dezenas de metros do outro, com cavalarias, arcos, flechas e escudos e de repente um lado grita “atacar” e os guerreiros vão com tudo uns pra cima dos outros? Pois eh! Os policiais franceses são tipo a galera que está do lado do Mel Gibson lá no Coração Valente. Pra nossa felicidade eles ganharam a partida por WO. O inimigo, naquele cenário, não compareceu. 🙏🏻.

E aí o dia seguiu. Enquanto os homens se encantavam com Ferraris, Lamborghinis e congêneres; nós meninas passeamos sem ambições pelas calçadas da Cartier, Louis Vuitton, Tiffany.. MacDonald’s, Sephora, H&M… Sim, é possível ser classe média na Champs Elysées!!! E fui! Foi bem legal. Até roupas a 15 euros eu comprei!!! Porque não, minha gente?! Com sacolas em punho em plena… Comigo!! Champs Elysées! Oui!

A noite terminou num pub massa perto do hotel, o Bar Dakis. Rock anos 80, disseram os rapazes. Música muito legal! Provaram todas as cervejas da casa. Fiquei na Marguerita e água com gás! Melhor né? Alguém tem que enxergar o chão na volta!! Rsrs.

Diário de viagem

3o dia

Torre Eiffel. Mágica!

Boa parte de nós em algum momento incorpora o ícone da Torre Eiffel ao imaginário. É meio inevitável. Como a Estátua da Liberdade ou as pirâmides do Egito. Ela remete a algo fantástico, glamouroso, universal, cobiçado. Mágico.

Então, quando cheguei a Paris, assim como deve acontecer a 100% das pessoas que vem aqui, eu tinha uma certeza: conheceria a Torre Eiffel.

Não foi no primeiro dia. Mais foi no segundo. Sem chance de não ser! Depois de 9 horas de bateção de perna a gente quer hotel? Nunca!!!! A gente quer Torre Eiffel! Lógico!!

Fomos de Versailles até lá, de trem e depois, metrô. O primeiro olhar foi meio frio. Ela por trás de grades e esquema de segurança, eu achando tudo bastante diferente do que via na TV. Tá estranho! Raptaram a Torre Eiffel?! Socorro! Pensei. Mas não. É que ela não é qualquer uma. Ela é única. E se fez de difícil. Tudo bem. Ela pode!

Arrodeamos. Fotografamos. Pegamos a fila. Desistimos da fila. Resolvemos procurar um lugar pra sentar e olhar pra ela com calma. Sem concorrências. Escolhemos o Bateaux Parisiens. Deve existir lugar mais perfeito pra admirá-la sem pressa. Eu só não sei onde!

A bordo desse charmoso barco-bar atracado no Rio Sena fizemos todas as fotos, tomamos uns vinhos, batemos um papo. Tomamos mais vinho. Tiramos mais e incansáveis fotos. E ela sorri em todas. O melhor ângulo sempre. Quando parecia que estava perfeito, ela renova o conceito de perfeição e acende suas luzes!!! Oh, céus!!

L’amour. Liberdade. Igualdade. Fraternidade (Não resisti!!!) Depois de uma tarde no Castelo de Versailles. um templo da realeza apartado da capital; o cair do dia em outro templo – esse democrático, simpático, aglutinador, não menos imponente. E feliz!!!!!!! A cidade se abraça naquele pedaço de entorno! Viva o show da Torre Eiffel!!!! Viva todas as nações que se cumprimentam sorrindo! Nenhum euro é necessário, nem áudio guides, nem explicações. É sensorial.

Alguém resolve tocar. E cantar. Muitos resolvem cantar junto. O vendedor sorri o melhor sorriso!!! (Vou levá-lo comigo como um imã no coração). Fotos. Na câmera e na memória. Mágica.

Sinto que nunca vou esquecer esta noite. Uma noite em que me senti livre, igual e rodeada de irmãos ansiosos pela plenitude daqueles instantes lindos, iluminada pela diva democrática de Paris!!

Torre Eiffel. Vou precisar renovar essa energia. Eu sempre vou precisar voltar!!

Diário de viagem

3o dia

Paris-Versailles de trem

Partimos da estação Champ de Mars rumo a Versailles, pelo tem RER C5 – atenção linha 5!! Fomos a uma estação em que era RER C e não levava até Versailles. Porque não era C5. Ou seja, não é toda estação RER C que leva a Versailles. Melhor dica é partir das estações que você já tem certeza que vão. Estou dando a dica da Champ de Mars.

O trem é uma gracinha!! Além das poltronas coloridas e acolchoadas, o teto e as colunas são adesivados com imagens e obras do castelo. Faltava ter um áudio contando a história. Fica a dica hein? Acho que faria sucesso!

Allors… Cerca de 35 minutos de viagem. O trem já começa a nos envolver no clima do que vai ser essa experiência.

  • ** Oooooops. Volta um pouquinho só pra dizer que a linda Torre Eifel deu o ar da graça no caminho até a estação. Torre, sua linda, a gente se encontra mais tarde!**

Chegando na cidade, o desembarque na estação de trem nos guardava uma constrangedora surpresa: o ticket que havíamos usado pra chegar a Versailles só tinha validade dentro de Paris. No momento da aquisição do bilhete deveríamos ter feito diferente. Mas isso não estava escrito em lugar nenhum.

Demos sorte porque o fiscal da estação limitou-se a nos dar uma bronca e advertir que poderíamos ter sido multados em 50 euros cada um! Caramba! Mèrci seu guarda! Com certeza aprendemos.

Almoçamos na versão Versailles pro esquema do dia anterior. Um menu de entrada, prato principal e sobremesa servido no L’avenir Café. De donos portugueses, o restaurante é simples, mas nos conquistou com a TV em português, a comida deliciosa e o honestìssimo vinho da casa. Com água, expresso e gorjeta, gastamos 50 euros por casal. Comemos patê de porco com pão e um peixe maçaricado com legumes de entrada, escondidinho de bacalhau e filé com fetutine de prato principal, depois creme caramel (um pudim) e Petit de chocolate de sobremesa. Ficamos bem satisfeitos!

Agora, Castelo de Versailles. Precisa ser visitado! É uma experiência muito pessoal. Estávamos em quatro pessoas e cada uma foi impactada de um jeito diferente. Mas algo foi comum: é uma experiência intensa, histórica e profunda pela história da França.

Não vou aqui me arvorar a falar sobre a história do Castelo (ou do que se passou ali), mas sugiro uma pesquisa sobre o lugar antes da visita.

Foram 2h30 de visitação. Vou falar de algumas percepções. Primeiro, o aparelho audio guide é essencial para a experiência completa. O áudio em português é muito bom e, para alguns cômodos, ele tem um primeiro texto voltado para a história das obras, objetos e contexto. Depois, apertando o botão verde, ele conta curiosidades daquela a época, chega a nos convidar a imaginar e reproduzir cenários e comportamentos daquele tempo. Fantástico!

Outro ponto, esse muito pessoal, diz respeito a minha sensação de esgotamento com tanta extravagância, ostentação, luxo, suntuosidade, gula, retratos de cenários de guerra. O que inicialmente me encantou pela riqueza, por fim pesou sobre mim ao final do passeio.

E tudo isso faz da experiência fundamental. Muito feliz de ter dedicado o dia a Versailles.

Infelizmente pelo horário não foi possível ir aos jardins. Ahhhhhh… Puxa vida… Vou ter que voltar… 🤷🏼‍♀️ hahaha. Mas da próxima vez quero vir pra pernoitar. Ao cair da tarde, podemos ver como Versailles deve ficar linda à noite!! Dessas coisas que só vivendo pra saber. É como Assis, na Itália. Precisamos voltar e passar alguns dias. Merece bem mais que um bate e volta.

A caminho da estação de trem, avistamos e cúpula da Catedral de Versailles e fomos até lá. Valeu a visita!! Igreja com dois órgãos gigantes, afrescos e vitrais lindos!

No retorno a Paris, não quisemos correr o risco de mais um dia ser ver de perto a idealizada Torre Eiffel. Descemos na estação de metrô mais próxima e… Ela! A linda Torre Eiffel. Num post a parte, é claro. Ela merece!! A noite provou que sim!! 💕

Dos motivos pelos quais tenho preguiça de estudar outras línguas

O bloqueio vem de longe. O que explica uma pessoa estudar inglês a vida inteira na escola e escolher espanhol no vestibular?! Oi? Sem explicação.

Allors… (Sim, sou dessas. Não entendeu? Vai no Google tradutor!)

Então… Atualmente o Google Tradutor, essa ferramenta incrível que traduz o que eu quero dizer e, se ficar muito ridículo de falar, ainda faz um áudio da tradução. Muito amor! ❣️ Pois bem, ele é o principal responsável por eu ter acomodado geral com essa coisa de aprender outras línguas.

Mas não coloco culpa só na tecnologia, não! A humanidade não ajuda, gente!

Vou comprar uma água. Google parceiro, dá uma dica, pour favour 😑. Aí vou no caixa, biquinho a postos… 😙 “une eau si vous plait”. Aí o cidadão: “Una áuuaaa, cierto?!” 😒😣 Poxa… Fala sério… Je parle français, figurinha! A pessoa nem pra reconhecer meu esforço…

Toma aqui seus euros e Mèrci… Asta la vista…

Diário de viagem

2o dia

Allons a Paris!

Agora sim, Paris!!!

Check in feito. Quarto pequeno mas bem limpo. Hotel sem academia! Cho-ca-da!

Já eram 14h30 em Paris. Aí, pernas pra que te quero. Colocamos uma roupa menos “aeroporto” e ganhamos a cidade!

Almoço foi no Restaurante San Severin, perto da igreja de mesmo nome. Fiquei super curiosa, porque pra mim todo Severino é conterrâneo, kkkkkk. Tarefa de casa: pesquisar a biografia desse santo.

O restaurante é um charme e repete a receita de muitos outros por aqui: menu executivo em algumas opções de preço. Ficamos com o de 19 euros. E comemos muito bem! Pedimos suas porções de scargot pra entrada, de prato principal um cordeiro e uma massa e de sobremesa queijos e mousse de chocolate. Pedimos dois menus e dividimos. Delícia!!!!

Menu executivo perfeito do restaurante San Severino

E um vinho perfeito, o Chateau La France pra acompanhar. Um bordeaux leve e delicioso. Eu teria tomado mais uma garrafa, mas meus companheiros de viagem acharam melhor guardar energia pra noite. Se é assim, OK!! Finalizamos com um expresso. Teve água e uma coca cola e a conta deu 60 euros pra cada casal, já com a gorjeta (que aqui varia entre 10 e 20%).

Próxima parada: Catedral de Notre Dame. Só tinha na cabeça a lembrança de filmes em que a igreja em estilo gótico aparece. Especialmente do albino do filme Código da Vince. 40 anos eh isso ai! As referências são desse tempo! Kkkkkkk.

Linda a Catedral. Alugamos um equipamento que explica em português os principais aspectos da igreja. Um é suficiente se você quiser dividir. Custa 5 euros e achei que valeu a pena. Linda. Perfeita. Ao final, um quiosque com suvenires. E pegamos o comecinho de uma missa. Fantástico!!

Deixamos pro último dia visitar a Cripta Arqueológica da Catedral. Meu marido ama, eu também curto! Mas o casal amigo não muito e no último dia estaremos só nós. Depois eu conto.

Aproveitamos o caminho e fomos visitar a San Chapelle. Uma gracinha, mas nessa eu não sei se voltaria. Além de estar mal conservada, aparentemente até meio abandonada, é pequena e temos que pagar 10 euros por pessoa. Achei lamentável e fiquei com a impressão de exploração sem contrapartida. Usam o lugar pra ter receita e não cuidam. Mas tem um lance legal: o espaço está com uma agenda de shows de óperas e musicas clássicas. Cartazes anunciam a programação. Aí sim, deve valer a pena!! Pena não estarmos aqui pro próximo…

San Chapelle

Saindo dali, a intenção era tomar um café. Mas no caminho tinha um certo Louvre (visitaremos com calma depois). Aí demos aquela reconhecida no território. Disseram que estava incrivelmente tranquilo. Então o que a gente faz?! Turista um pouquinho né gente?!

Louvre, nos aguarde seu bonito! Já já daremos umas voltas por aí!!

Mais umas pernadas. Kd meu café???? Ops. Avistamos uma bela esquina. Lá Fregate o nome do café/bar/restaurante. Os meninos tomaram uma cerveja cada. Eu tomei meu café. Meio morno… Mas uma belezura de ver! E croassant. Hummmmm!!! Aí ficamos por ali sentados de lado uns pros outros e de frente pra rua. QUE MASSA!!! Os homens ficaram falando detalhes dos carros incríveis que passavam por ali, observamos coisas sobre o comportamento das pessoas, comemoramos esse primeiro dia de viagem, demoramos um tempinho e tomamos o caminho do hotel.

Friacaaaaaaaaa. Ainda não tinha comentado. Frio do caramba. Começo de abril, esperava pegar um clima mais ameno. Mas está bem frio. Tipo 7 graus! Nos dias seguintes sairemos mais agasalhados.

No caminho, tcharammmm! Farmácia!!! Morri!!! Produtinhos nacionais a preço de nacionais!!! Mas já eram quase 21h e estava fechando. Ficou o flerte. Amanhã vou ver se estreito esse namoro e trago pro hotel umas pechinchas!!!

Pra fechar a noite, um brinde no La Prégrille. Tomamos cerveja (eles) e mojito (eu). Bem legal. Especialmente reparar em como ficam lindas as ruas daqui a noite! Apaixonada por esse lugar!!

Lá Prégrille

Amanhã é dia de visitar Versailles de trem! Vamos descansar, que tem muita coisa por aí!!!!

Que dia!!! Amei!

Diário de viagem

1o dia

Brasília-Paris

Viajamos pela TAP. Comprei minha passagem com milhas e, já que as tinha, achei um grande negócio. 80 mil milhas e… Voi là! Mas tinha uma pegadinha: no dia do check in (na TAP, a partir de 36 horas antes do vôo) descobri que o tipo de tarifa não incluía a “bagagem de porão”, ou seja, bagagem despachada. Como não tive a antecedência necessária, 120 dólares foi meu investimento, por se tratar de vôo internacional. Bem chato. Mas, sem outro jeito pra dar, não esquentei. Comprei e segui a vida. O que não tem remédio, remediado está!

O vôo partiu as 17h30 (atraso de meia hora) e foi tranquilo. Fizemos duas boas refeições e o entretenimento é top. TVs individuais e vários dos filmes premiados do Oscar. Assisti mais uma vez Nasce uma Estrela. E arrepiei, mais uma vez e sempre, com o dueto mais intenso da vida: Lady Gaga e Bradley Cooper contando Shalow. Um minuto de silêncio, sem mais comentários 💕.

JantinhaPequeno almoço - café da manhã

E, é claro, dormimos bem mal. OK, o fuso não ajudou. Nosso destino final estava 5 horas à nossa frente. Chegamos as 11h25 (hora de Paris), quando nosso relógio biológico acreditava em 6h25. Mas tem nada não!!! Que a partir de AGORA somos luso-parisienses, meu povo!!! Alors, je suis très confortable an France! 💃🎡

Chegando a Paris

Desembarcamos em Paris pelo aeroporto de Orly. O uber para o hotel custava 35 euros e não cabiam as malas. Optamos pelo trem. Custou 48 euros pra 4 pessoas, com o bônus da emoção. Claro!!

Rua cheia de lugares charmosos pra comer, a caminho do hotel.

Pegamos um transfer até a estação de Antony; de lá fomos até a estação de Notre Dame e andamos 500 metros até o hotel. Boa hospedamos no Mercury la Sorbone, depois falo mais sobre ele.